Composição da Atmosfera


A composição inicial da atmosfera de um corpo geralmente reflete a composição e a temperatura da nebulosa solar local durante a formação planetária e o subsequente escape dos gases interiores. Estas atmosferas originais sofrem muita evolução com o decorrer do tempo, sendo que a variedade dos planetas reflete em muitas atmosferas diferentes.

Por exemplo, as atmosferas de Vênus e Marte são compostas primariamente de dióxido de carbono, com pequenas quantidades de nitrogênio, argônio e oxigênio, além de traços de outros gases.

A composição atmosférica terrestre reflete as atividades dos seres vivos. As baixa temperaturas e a alta gravidade dos planetas gasosos permite a eles reter gases com baixas massas moleculares. Portanto, estes contêm hidrogênio e hélio e subsequentes compostos, formados pelos dois. Titã e Tritão, satélites de Saturno e Netuno, respectivamente, apresentam atmosféricas não negligenciáveis, primariamente constituídas de nitrogênio. Plutão também apresenta uma atmosfera semelhante, mas esta se congela quanto o planeta-anão se afasta do Sol.

  As camadas mais altas da atmosfera terrestre.

















A atmosfera possui três camadas que atuam de modo diferente na propagação das ondas de rádio através dela. Essa camadas são a Troposfera, que é a camada mais baixa da atmosfera, a Estratosfera, que é a camada intermediária e a Ionosfera, que vai até o fim da atmosfera.

Ao atravessar a troposfera a onda de rádio refrata (muda de forma ou direção) a medida que aumenta de altitude. Isto se deve ao aumento de velocidade em decorrência da atenuação dos gases a medida em que vai se afastando da Terra.

Quando atravessa a Estratosfera, a onda não sofre nada, pois não existe gases o suficiente para refração.

Quando chega na Ionosfera, a onda de rádio pode sofrer diversos fenômenos dependendo das atividades elétricas que ocorrem neste lugar. Os fenômenos mais comuns são os de reflexão.





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